ZÉDitorial Archive

ze leitor

 

Friozinho na barriga, as mãos suam, a visão fica turva e você não para de pensar naquele momento único e especial na sua vida. É meus amigos, não é amor não, isso se chama TCC! O TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) é um trabalho acadêmico, muito utilizado no ensino superior como forma de efetuar uma avaliação final dos graduandos, que contemple a diversidade dos aspectos de sua formação universitária. Após 4, 5 ou mais anos cursando sua querida graduação, estudando para provas, se empenhando em trabalhos árduos e perdendo fim de semanas inteiros afim de estudar, eis que então o temido TCC aparece e nos deixa sem dormir, sem comer e sem viver (o pouco que vivíamos). TCC não se resume em um trabalho de conclusão de curso; na verdade é um teste de nervos e coloca sua paciência e amizades à prova a todo o momento. Sem exageros! E se não bastasse, coisas importantes aparecem e te deixa surtado! Sua namorada (o) diz: “Você não tem tempo mais pra mim”, seus amigos que não fazem TCC te chama pra sair e os que fazem acabam desaparecendo. CALMA! As coisas não são tão ruins assim. O TCC é o último trabalho da sua graduação e você está a um passo de se formar. A banca vai avaliar o trabalho desenvolvido em toda sua graduação e ver como você vai apresentar e o quanto entende do assunto (é, eu não estou ajudando né?). Todos temos que passar por essa fase, antes de sair e dizer: ‘’ Eu me formei”. Ainda não disse o porquê deste tema não é?
Na semana passada eu (o #MacacoCareca) e o nosso querido #OrangotangoRuivo (vulgo Visconde ou Luís) participamos do Laborex (Laboratório Experimental) que na verdade é um “mini TCC” onde nos prepara para nossa graduação em Publicidade. O nosso TCC consiste em: Montar uma agência de publicidade (com toda a burocracia de documentação, nome, investimentos e afins) e criar toda campanha publicitária (outdoor, revista, jornal, papelaria, mídia) para um cliente real.

 

Resolvi então escrever sobre isso (depois da ajuda dos meus queridos amigos #ZÉstagiários e a da nossa querida Diretoria) porque fiquei sem vida social (e mídia social também) durante este trajeto. Não se assuste, até porque não existe nada no mundo comparado a apresentação de um trabalho bem feito. Meses de pesquisa, de procura, de orientações, de brigas de grupo, de frustrações, de desespero se resumem a chegar lá e mostrar o que você entendeu e o que você sabe do assunto abordado. Com certeza, se houver dedicação, se você gostar do que está fazendo e se realmente é aquilo que você quer, o resultado não vai te surpreender (como me surpreendeu). Algumas dicas para não se enrolar com esse trabalho:

 

1 – Adiante o máximo que conseguir: Pesquise sobre o assunto, corra atrás e adiante o máximo possível para não se sobrecarregar no final.
2 – Aproveite cada minuto livre para fazer o TCC: Horário de almoço, depois que chega da faculdade, no banho, em qualquer lugar.
3 – Comece a escrever o trabalho nas normas da ABNT: Ajuda bastante, principalmente se o seu book for um pouco extenso.
4 – Pense na banca depois de entregar o TCC: Obviamente que você não vai fazer algo mal feito mas se preocupe com o conteúdo e com o que você sabe. O reflexo aparece na sua apresentação e a banca vai perceber.
5 – Converse bastante com seu orientador: Pergunte, opine, discuta (no bom sentindo) e questione. Tire o máximo de conhecimento que você conseguir, isso ajuda muito.

Bem pessoal, essa é a minha opinião sobre o temido TCC. Concordam? Discordam? Opinem e até a próxima!

OBS: O motivo do atraso do post foi explicado no texto: Laborex :O

Quem com app julga, com app será julgado

 

Era uma vez uma menina normal.

Essa menina tinha um parceiro que gostava de filmar as relações sexuais dos dois para guardar “de lembrança”. Um dia eles brigaram e “coincidentemente” os vídeos vazaram. Vazaram para conhecidos, depois para desconhecidos, depois para o mundo e está por aí, no buraco negro da internet até hoje. O caso é da Fran (Clique aqui para relembrar), mas poderia ser de qualquer um. É, esse assunto já está passado, eu sei. Mas resolvi ressuscitá-lo para fazer um contraponto com o #mimimi da semana: o aplicativo Lulu.

Se a Fran tivesse sido avaliada no Lulu, provavelmente as hastags dela seriam #safada #piranha #vadia #bemfeito #gostadedaropopô entre outras coisas. A Fran foi avaliada por infinitas pessoas que sequer já ouviram falar dela antes de ver o famigerado vídeo.

Agora eu paro e penso: por que a Fran pode ter a intimidade exposta e julgada por qualquer um e você, meu amigo do Facebook fica #chateado com algumas avaliações de mulheres do seu passado/presente no Lulu?

Alguns dirão: “a diferença é que ela se expôs, ela se deixou filmar, eu não autorizei meu perfil no aplicativo”.

Se você faz parte deste grupo, amigo, pare a leitura e clique neste link que irá te redirecionar para a Declaração de Direitos e Responsabilidades do Facebook. Para facilitar eu vou destacar o parágrafo 4 do item 2.

2.Compartilhando conteúdo e informações

4. Ao publicar o conteúdo ou informações usando a opção Público, significa que você permite que todos, incluindo pessoas fora do Facebook, acessem e usem essas informações e as associem a você (isto é, seu nome e a foto do perfil).

 

Sabe o que isso signfica? Que você autorizou o Lulu a usar sua foto de perfil, nome e informações públicas. Significa que você também se expôs, tal qual a Fran. :)

 

Pausa reflexiva.

Reu macaco

 

Durante esta semana também vi muitos comentários baseados em um artigo publicado no Administradores.com que relata o quão “nefasto” é o efeito do WhatsApp e narra a decisão de excluir a conta do aplicativo que está tornando as pessoas antisociais.

 

A hiperconexão já é o mal do século. Talvez seja a hora de desconectar o mundo, não acha?

 

Caríssimos, me deixem dizer uma coisa: o Lulu, o WhatsApp e a Fran são inocentes. Você escolhe que aplicativos usar, que páginas e perfis seguir e PRINCIPALMENTE o que compartilha. Eu não costumo ser radical-extremista-Nostra-Damus-apocalíptica. Sou mais adepta daquele grupo que acredita no poder do livre-arbítrio. Você tem a capacidade de vencer a preguiça e alterar as configurações de privacidade do Facebook, assim como tem o livre-arbítrio de não repassar vídeos e demais conteúdos que possam criar outras Frans e você também pode silenciar as notificações do WhatsApp e do Facebook e qualquer aplicativo.

E utilizando-me das técnicas do marketing de oportunidade, recorro ao buzz envolvendo o Lulu, para resgatar dois trechos de canções de um outro Lulu, o Santos. Cabe a nós decidir se vai ser “assim caminha a humanidade, com passos de formiga e sem vontade” ou “um novo começo de era de gente fina, elegante e sincera”.

Captura de Tela 2013-11-20 às 18.35.20No SocialMediaCast não tem como disfarçar, eu represento um papel, eu atuo, eu sou o cara da maça  e nessa representação, tudo o que está do lado de lá da fruta não presta. Não é bem assim, tenho minha paixão pelos produtos da Apple mas sei muito bem o que a concorrência tem a oferecer. Se nas minhas discussões com a Alaina, minha parceira de podcast, eu não dou o braço a torcer, o teclado do meu mac me torna um cara mais pensativo, mais introspectivo e me convence a ser mais sincero, a ser o “eu mesmo”.

Ontem, em minhas últimas buscas na colaboração semanal que faço para fechar nossa pauta de gravação do episódio 71, encontrei em uma das páginas do portal da Forbes um vídeo do Google que cumpre uma das funções mais básicas da publicidade convincente, a de tocar no coração.

A gente ouve muito falar sobre a parte trágica da super-exposição que as redes sociais trazem. Ouvimos os telejornais mostrando casos de ciber-pedófilos presos em vários estados do país além de muitos outros crimes digitais que acontecem no nosso mundão.

Existe um outro lado do digital que é muito bonito e pode ser visto com nitidez nos diversos benefícios que trouxe à vida das pessoas. Se relacionamentos têm sido desfeitos por causa do Facebook, que pena, mas muitas novas amizades têm surgido, muitos amigos se reencontrado e até casamentos acontecido. Ninguém nunca vai tirar do digital sua essência que é focar seus resultados no homem, no ser humano.

O vídeo que encontrei é do Google India e mostra uma história emocionante. Uma menina conversa com seu avô que fala de um velho amigo de infância separado pelas questões políticas que separaram índia e Paquistão. Cada um está de um lado, mas se há uma barreira que ainda pode ser passada é a digital. A menina ouve atentamente as recordações do velho e através de palavras chave encontra seu amigo em Nova Dheli. O uso da maior e melhor ferramenta de busca é mostrada em várias situações parecidas com aquelas que eu e você usamos e o final é emocionante, os dois se encontram no dia do aniversário de um deles.

Confesso que foram 3 minutos que ganhei, que me emocionei e que confirmei que podemos fazer bom uso das ferramentas que nos são disponibilizadas.