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Achamos essa ilustração incrível no Google Images sem a referência do autor. Acreditamos que é do Tiago Hosiel. Se tiverem confirmação (links), nos enviem! :)

Confesso que sou uma pessoa peculiar. Gosto quando me contrariam e provam que estou errado. Tenho um prazer quase sádico quando tenho que assumir que a outra pessoa tem razão. Talvez porque o sentimento seguinte vem com uma pitada de amadurecimento. Curto a sensação do “Puta merda, é verdade!”. Acreditem, é tão bom quanto o “eu te avisei”.

Lembro que a primeira vez que fui surpreendido foi, nos anos 90, quando sempre apostei que os computadores da Apple nunca iriam emplacar, uma vez que o detentor dos programas padrões de escritório (office) eram, por direito de seu maior concorrente, o Bill Gates. Eis que os opostos se atraíram e firmaram a parceira. “Puta merda, é verdade!” A Apple hoje é mais que realidade, e todo mundo brinca lindamente em seus documentos e planilhas na maquininha que estampa a maçã.

E para nossa alegria surpresa, ou pelo menos para minha, os dois gigantes da moderna era digital anunciam um acordo. Isso mesmo, (como comentamos no episódio de ontem que ficará disponível amanhã) o Facebook anunciou uma parceria com o Google, onde poderemos comprar publicidade da rede do Mark no gigante das buscas.

E você ai, sem falar com seu amiguinho porque ele comeu toda a bolacha.

Chega de rancor pessoal, essas parcerias são boas para todos. Não podemos nos prender a velha máxima de que nosso concorrente é nosso concorrente. Nosso concorrente pode fazer uma papel/serviço importante e que pode te ajudar, seja educando o mercado, seja te incentivando a melhorar. “Uma maré alta levanta os barcos”. Se todos trabalharmos em prol da onda, todos podemos tirar proveito. Somos os barcos navegando nesse marzão de meu Deus que é mercado. Chega de passar rasteira pessoal, chega de falar mal do concorrente. Vamos aceitar ideias contrárias às nossas. Vamos amadurecer. Todos vão ganhar.

E chegamos ao episódio #SMC66 com a Macacada digitalizada debatendo loucamente os tópicos da semana. Sem mais blábláblá por hoje, aperte o play e confira! :)

Mandou bem:

Bem ao estilo Pinguim do Ponto Frio, serviço de atendimento ao cliente Netflix USA usa da informalidade, bom humor e o “protocolo de comunicação de Guerras nas Estrelas” para se relacionar via chat. Aqui

 

Dica:
Já que o assunto é privacidade no Facebook, teste a sua aqui. A matéria está aqui

Citamos:

Mães da Sé e a campanha do dia das crianças. (Aqui <3)

Facebook vai acabar com a privacidade na busca (aqui e aqui, sugestão da nossa pauteira Cássia Gomes)

Até que enfim será liberado para os xoxo media mortais a opção de retargeting no FB. Aqui

Curiosidade: Uma das parceiras do Facebook colocou um infográfico comparando os resultados do retargeting do FB com Google. Aqui

Ads no Foursquare!! aqui

App doTwitter terá botão que mostra a programação da tv a cabo aqui

E a parceira terá nos seus tweets um “see it” para o pessoal assistir (aqui, dica do nosso Zéstagiário, Luis Figueira, o Visconde)

E toma mais Twitter. Essa notícia usa sutien, e portanto, vai gerar polêmica. Twitter permitirá que pessoas te mandem DM mesmo que você não as  siga Aqui e desde que você permita isso.

Enquanto isso, a Band vende parte da programação para a Netflix (aqui)

Google vai usar seu nome e foto nós anúncios.

 

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Hello monkeys! Eis que estou de volta aqui no Galho dos Zéstagiários e olha que bacana: em plena Semana da Criança. Daí vocês devem estar se perguntando, tipo, “e daí?” Bem, me deixa explicar. É que além de me considerar uma eterna criança (todos deveriam preservar sua criança interior), sou alguém bem preocupada com o futuro e bem estar dos baixinhos (Pera! Não quero ser a Xuxa tá?! RsRsRs!).

filhote-de-macacoPor isso, resolvi destacar em meu post do mês de outubro aqui no SMC os perigos da internet para nossos pequenos grandes rapazes e moças, que estão cada vez mais conectados. E aí, que tal?! Curtiu a ideia? Vamos pensar um pouco sobre isso?!

Segundo um estudo realizado pela empresa de segurança Trend Micro, intitulado “Internet Safety for Kids & Families” (Segurança de Internet para Crianças e Famílias), aponta que as crianças brasileiras são as que acessam mais cedo às redes sociais: Enquanto a média mundial é 12 anos, em terras tupiniquins a média cai para 9 anos. O dado chama atenção também, porque está abaixo, por exemplo, da idade mínima exigida pelo Facebook para ingressar na rede do ‘Tio Mark’, que é de 13 anos.

A mesma pesquisa (que avaliou outros países como índia, Austrália, França e EUA, em 2011), afirma ainda que no Brasil 6 a cada 10 pais permitem que seus filhos tenham perfis nos sites de relacionamento. Mas não é só isso: 9 em cada 10 destes pais afirmaram serem “amigos” dos filhos nesses sites, com o objetivo de monitorá-los.

Em linhas gerais, se o Brasil sai na frente de outros países pela quantidade de crianças na rede, ele aparece também como o país em que os pais verificam os perfis de seus filhos, chegando a mais de 50% (índice bem maior que em países como o Japão, onde a média não ultrapassa os 9%). É importante lembrar que a regra dos 13 anos, é adotada por outras redes além do Facebook e está em conformidade com o Ato de Proteção à Privacidade Online Infantil, criado em 1998, nos EUA.

Mesmo sendo uma lei americana, a mesma vigora nos termos de serviço do site e vale para todo o mundo, mesmo em lugares onde a legislação permita a criação de perfis para quem é mais novo. Em outros tempos (no meu tempo, entre 2004 e 2005), o Orkut oferecia limitações mais “severas” para quem desejava ingressar na rede: Para se cadastrar na rede social mais “bombástica” da época, você tinha que ter mais de 18 anos. Claro, havia quem burlasse, colocando, por exemplo, 10 anos a mais na data de nascimento (quem nunca fez isso que atire o primeiro mouse), mas havia, mesmo que na “teoria”, essa regra básica.

A facilidade que meninos e meninas encontram hoje de se conectarem as plataformas online, em relação há muitos de nós (quando da mesma idade) pode (e é em muitos casos) gigante. Quer um exemplo? Meu primeiro celular, só conquistei ao entrar para a faculdade, em 2009 (e aos 19 anos) e seus atributos mais vantajosos eram a câmera (apesar de estar concluindo publicidade, sempre procurei agir como jornalista, pronta para registrar os acontecimentos) e o fato dele ter alguns de seus recursos acionados pelo toque na tela.

download (1)O cenário hoje é outro. As crianças tem acesso fácil a smartphones, computadores e tablets e assim, navegam na internet sem se preocupar nem com a hora nem lugar. O que preocupa é o que elas estão procurando, o que estão vendo.

Quanto a isso, segundo dados levantados entre janeiro e maio deste ano, pela Kaspersky Lab (através de sua ferramenta de Controle dos Pais) e apresentados em junho, foram registrados mais de 52 milhões de tentativas de visitas a redes sociais (31,26%) e mais de 25 milhões de tentativas de acesso a sites pornográficos e eróticos (16,83%). Em terceiro lugar, entre os destinos mais buscados entre as crianças entre os sites bloqueados, estão as lojas online, com 16,65% das tentativas, seguidas por bate-papos e fóruns (8,09%), webmail (7,39%), software ilegal (3,77%) e jogos casuais (3,19%).

No Brasil os dados são bem parecidos com a média mundial: redes sociais (22,34%), sites pornográficos (18,91%) e lojas online (16,76%).

Fato é: Se elas (as crianças) estão no Facebook (e mesmo que em alguns momentos seja chato ver em nossa timeline como um verdadeiro playground) ou em outras redes sociais e sites, o que devemos pensar sobre isso? É algo positivo ou danoso? O que fazer diante dos riscos da vida online?

Bem, como tia (e um dia mãe), acredito que além dos riscos, também devemos avaliar os benefícios (que existem claro, afinal, tudo tem seu lado bom e seu lado nem tão bom assim) de deixar nossos bambinos adentrarem no universo digital, no entanto, impondo limites e orientações, para que eles possam ter uma vida saudável tanto no ambiente on quanto off.

Como fazer isso? Através do diálogo (base de muita coisa boa na vida), da conversa em família, em discussões no ambiente escolar. Se biblicamente fala-se que “ninguém ama aquilo que não conhece”, acho que ninguém teme sem conhecer os riscos, simples assim. Uma dica válida e que eu super recomendo, é assistir a filmes como “Confiar” e “Bullyng Virtual”, que tratam sobre os riscos da internet, como pedofilia e bullyng, e depois debater sobre o tema (a sugestão tanto vale para pais quanto para professores).

Apesar daquele dado lá do início (ou meio) do post, de que as crianças brasileiras são as que acessam mais cedo às redes sociais e de que sim, os pais monitoram de alguma forma esse acesso, de qualquer forma e para fins de conhecimento, abaixo estão algumas dicas de como verificar e monitorar possíveis perigos ao deixar as crianças na internet:

20131008-002704.jpg1 – Monitorar diariamente, fazendo parte da rede de amigos dos filhos (só não exagerar na dose e causar constrangimento público, afinal, seu filho ou filha pode estar na linha tênue entre a infância e adolescência e cá pra nós, seria pagar maior mico um comentário do tipo, “olha que lindo o bebê da mamãe”);

2 – Verificar se eles usam o perfil como público, caso aconteça, deixar as informações disponíveis apenas para amigos (endereço, telefone e etc, não rola deixar aberto para todo mundo);

3 – Desconfiou de perfis com frases e atitudes suspeitas ou com conteúdo pornográfico? Não tenha duvida, denuncie (e bloqueie claro);

5 – Incentive seu filho a buscar assuntos e interesses próprios de sua idade, como comunidades de jogos e etc (tomando cuidado com a classificação e conteúdo deles);

6 – E SEMPRE mantenha conversa com suas crianças, alertando sobre os riscos que a internet oferece, como aquela velha regra de: Não saia (fale) com estranhos.

É isso aí o que essa monkey nordestina aqui tem pra vocês hoje. Não esqueçam de deixar comentário com a sua opinião ou alguma experiência vivida por vocês (quando mais novos) nas redes sociais, afinal, é sempre bom compartilhar conhecimento e pontos de vista sobre assuntos que envolvem o mundo do social media. Até mais o/