Uncategorized Archive

Muito bem amigos do SocialMediaCast, está no ar o episódio #121 deste nosso papo sobre o mundo digital e suas implicações em nosso dia a dia. No episódio de hoje falamos, pra variar, sobre Google, Apple, Facebook e é claro, sobre nosso queridinho Twitter que além de inovar a cada dia, pode estar na mira dos grandes digitais para ser comprado. Será? #oremos.

:: Agora temos Messenger.com (Aqui)

:: Fim da algema da Apple (Aqui)
:: Twitter e Ibope (Aqui)
:: Twitter libera RT com comentário (aqui)
:: Google na guerra contra spoilers (Aqui)
:: Trending Topics do Twitter ganha explicação (Aqui)
:: 25K processam Facebook (Aqui)

:: Pesquisa revela confiabilidade das mídias (Aqui)

 

 

Assine o SocialMediaCast.

Instale em seu smartphone um aplicativo de podcasts. Vá em buscar podcasts ou clique no na opção +. Digite socialmediacast e adicione. Caso sua busca retorne vazia, procure a opção de adicionar manualmente e digite nosso feed: https://socialmediacast.com.br/feed/podcast/. Pronto, agora você será notificado toda vez que um novo episódio for publicado.

Cada macaco no seu galho!

No Facebook | No Google + | No Twitter | Na Comunidade | Na iTunes | no Feedburner

Hoje eu vim aqui falar sobre o que ninguém sabe e ninguém vê, sobre algo que apenas existe. Vim falar sobre a alma do Zé.

Eu costumo ser uma pessoa bem pé-no-chão, mas um dos sonhos que sempre tive era de participar de algo que me orgulhasse.

O Zé me deu isso. E deu muito mais.

Foi o Zé que me deu a oportunidade de aprender tanto sobre isso do qual eu me orgulho de fazer. E aprender sorrindo, brincando, compartilhando. Ter contato com profissionais incríveis, que disponibilizaram tempo, conhecimento e algumas horas a menos de sono avançando a madrugada de uma terça-feira qualquer. Como não ter orgulho do Zé?

Isso sem contar os “profissionais do amanhã”. Sim, do amanhã. E não é nome de nenhum programa assistencial do governo. Se não fosse o Zé, eu não teria conhecido uma paraibana arretada nos teclados e nas ideias que mesmo lá de Campina Grande faz a gente ter a segurança de que teremos SEMPRE boas pautas. Se não fosse o Zé, de onde viriam as sequencias de metralhadora que uma certa diva paulistana que não deixa escapar um tópico? Ah, e me diga você, se não fosse o Zé, como eu tomaria conhecimento de uma dupla dinâmica do inteiror de São Paulo: um ruivo e um careca, um tímido e um falastrão, duas ratazanas de evento que andam por aí defendendo nossas cores, nome e bandeira como se fôssemos uma nação (ou seria uma seleção de futebol)?

Espero que um dia todos vocês possam se sentir tão recompensados em ver a evolução de futuros colegas. Ver que aquela turminha que há alguns meses estava insegura para escrever o primeiro texto aqui para o galho, mandou incrivelmente bem na gravação do último cast do ano, sem derrapar e com conteúdo de primeira, debates densos, sem nenhum amadorismo.

O Zé também ensina muita coisa que vai além do profissional. O Zé me fez acreditar mais nas pessoas. Me mostrou que sempre haverá um Armindo Ferreira por aí que vai olhar o seu projeto, abraçar com carinho e dar aquela força enquanto você tenta pedalar sem as rodinhas. Haverá sempre uma Marcia Ceschini para dar uma de mãezona, um Estêvão Soares para repassar ensinamentos Jedi e um montão de outros seres de bom coração e boas ideias por perto.

Foi com o Zé que também aprendi que amor não enche a barriga, também não paga hospedagem de site, campanhas patrocinadas, muito menos o programador [se bem que se for um programador simpático e solteiro a gente pode conversar ;)], mas, foi no amor chegamos ao 75º episódio patrocínio ou anunciantes, desembolsando todos os custos. Mas não pense que ele não tem capacidade para se sustentar sozinho. Tem e o fará logo, mas justamente porque acreditamos tanto nele achamos que precisava estar pronto para encarar esse desafio, simplesmente porque o Zé não é um custo, é um investimento de vida.

O Zé me deu mais que parceiros. Me deu amigos incríveis. Um certo professor que entre os hobbies favoritos está o uso de iTrecos e brigar comigo nas gravações. Mas o que ninguém sabe é que nos bastidores ele me manda “levar a blusa” e “não beber muito”. Um cara que faz parte de uma lista de seres raros: aqueles que dão rasteira no tempo e mantém a mente sempre jovem, sem perder o luxo do aprendizado e da paciência que a vida naturalmente ensina. Um cara que tem uma família linda e mesmo assim se divide com a gente e ainda tem fôlego para encarar alunos, aulas, provas e muito #mimimi.

Tem também um outro doidão, que não foi bem o Zé que me trouxe, na verdade foi ele que me trouxe ao Zé. Um cara meio desorientado, que não consegue falar e escrever ao mesmo tempo, mas que é um puta profissional com o prazer sadomasoquista de gostar de pessoas que o fazem mudar de ideia. Discípulo do Profeta Gentileza, que primeiro virou colega de curso, parceiro da zueira que nunca tem fim, de cast, amigo do peito e de copo e não satisfeito me levou para bem longe da minha zona de conforto e que agora, além disso tudo é também meu “chefe” e parceiro de tabalho (“Cada um tem aquilo que merece”, vai dizer ele quando ler esse trecho!).

E aí você pensa: mas, gente, o Zé nem existe; não é só um personagem?

Não. O Zé é nossa alma coletiva. É algo como uma aura que faz esse monte de gente acreditar no poder de trabalhar junto, de compartilhar ideias e sermos profissionais realizados (apesar do Mark detonar nossos alcance #mimimimi). E mais que isso, o Zé é uma família.

Feliz Natal e que 2014 venha com muita banana na bolso, saúde pra dar e vender.