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Cada macaco no seu galho!

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zeditorial

Outro dia estava ouvindo um primo meu, bem mais velho do que eu, relatando como eram as punições na escola onde estudava. Pra começar, a escola, que era pública, não se chamava escola, mas recebia o pomposo nome de “Instituto de Educação” e só por isso já impunha um respeito muito grande. E era lá dentro que a vara ardia.

Ele dizia que a punição não se resumia a “ir para a diretoria”, mas consistia principalmente em sentir as dores na mão provocadas pela diretora que usava a palmatória, um instrumento de madeira que, segundo o que dizem, doía demais. Muita coisa mudou de lá pra cá. Se no passado os professores ganhavam o respeito dos indisciplinados na base da porrada e tinham o aval dos pais para este tipo de punição, hoje as notícias mostram que a figura do professor perdeu muito o respeito e algumas tentativas de punição mais severas trazem consigo a revolta dos pais super protetores.

Meu objetivo neste texto não é abordar o lado ruim dos atritos entre professores e alunos, mas mostrar que houve uma mudança muito grande na forma como a informação circula.

Hoje as pessoas vão para os consultórios médicos com uma pré-consulta feita com o Dr. Google, aquele médico que não atrasa e te dá um diagnóstico cheio de hiperlinks diretamente na sua tela com todas as informações possíveis e em alguns casos, pacientes discutem de igual para igual com médicos. A diferença do passado para o presente é a informação. Hoje professores e alunos buscam as mesmas fontes. Hoje, alunos interessados vão para  aula dominando o conteúdo e contribuindo com informações que muitas vezes nem o docente sabe.

No Episódio #68 que a gente publica amanhã (dia1/11), pude refletir sobre como as coisas acontecem na nossa vida e as deliciosas experiências que tenho vivenciado neste ambiente altamente colaborativo dos profissionais de mídias sociais. Para aqueles que não sabem, o Temo, meu parceiro de podcast apareceu um dia na sala da coordenação do curso de publicidade em que eu exercia esta função, querendo saber um pouco mais sobre a área de publicidade. Ele contou que tinha frequentado por vários anos um curso de engenharia e havia desistido. Não me lembro exatamente o que falei para ele, mas o fato é que ele decidiu partir para esta área e, pelo que a gente vê, está se realizando.

Não conheci o Temo antes deste dia, mas para um cara frequentar um curso e não levar à sério, é porque não tinha interesse na área, mas na publicidade ele sempre se mostrou um aluno extremamente interessado e foi a partir daí que tivemos a ideia de compartilhar com os outros o que a gente discutia em sala de aula.

Mas voltando a falar no Episódio #68, ficou muito claro para mim que a informação está disponível para todos, e quem quiser, que pegue e faça bom uso. Numa discussão sobre alcance das postagens no Facebook, a participação do Temo, juntamente com a Alaina, me deixou de fato feliz ao perceber que os argumentos apresentados por eles seriam, no passado, uma afronta à fala de um professor que merecia o respeito como sendo o portador da última palavra. Confesso que a gravação acabou e fui dormir pensando que o maior respeito que um professor pode ter não é através de cabeças baixas acatando o que vem “de cima”, mas uma discussão produtiva em que todos podem refletir e mudar de ideia e eu mudei de ideia reconhecendo que seus argumentos faziam muito mais sentido que os meus.

Quer acompanhar, ouça!

Bom Dia/Tarde/Noite/Madrugada Macacada, como todos estão? O #MacacoCareca volta a postar no #NoGalhodosZÉstagiários. Bem, trabalho com linguagens de programação e no  mesmo lugar em que eu trabalho, há uma loja de informática. Sem saber o tema para este post e correndo com os trabalhos da faculdade, me vi no desespero, mas algo aconteceu. Programo na loja e às vezes atendo o público, notei que aumentou o número de pessoas da terceira idade que têm contato com computador/internet/celular, com isso comecei a fazer uma pesquisa, aqui mesmo na loja, com as senhoras e senhores que utilizam mídias sociais e o que acham de utilizar.

Confesso que fiquei surpreso com o número de pessoas e suas opiniões sobre o tema, mas isso eu falo daqui a pouco, vou explicar e contar como a terceira idade está aderindo às mídias sociais.

 

a nova velha rede social

 

O brasileiro acessa cada vez mais a internet. Entre 2005 e 2011 o número de pessoas aumentou 143,8% enquanto o crescimento dessa população (a partir dos 10 anos de idade) ficou em torno de 9,7%. Os dados constam na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o avanço da internet e da tecnologia, houve um crescimento em todos os grupos de idade, mas o que chamou a atenção dos pesquisadores foi no grupo dos 50 anos de idade ou mais: 222,3% no período de seis anos – um incremento de aproximadamente 5,6 milhões de pessoas.

É uma multidão, não? Eles invadem a rede com um objetivo principal: aumentar suas relações sociais seja por blogs, salas de bate papo ou as nossas queridas redes sociais. Foi aí que entrou a minha pesquisa, se tantas pessoas acima de 50 anos usam a internet, com certeza vão utilizar tudo o que têm direito (inclusive as mídias sociais), então vou perguntar para cada um que aparecer na loja.

A pesquisa foi demais, me impressionei e dei bastante risada com os “casos” que me contaram. A Dona Lívia, de 75 anos (que parece ter bem menos, viu Dona Lívia!) AMA o Facebook e o Instagram: “Eu acho que nos dias de hoje, se você não se adequar  com as novas tendências, você está morto. Amo internet e o que gosto mais são as redes sociais, onde posso conversar com todos e paquerar um pouquinho, até porque eu não estou morta não é??? (gargalhadas)”. Não está morta mesmo dona Lívia, aproveita e me aceita no Face aí.  Outra pessoa que utiliza de uma maneira diferente a mídias sociais é o Senhor Osmar, de 63 anos: “Gosto muito de ver fotos dos meus familiares que moram longe, mas utilizo diariamente o Linkedin. Tenho uma microempresa e confesso que procurei e achei alguns funcionários por lá. Gosto de tecnologia, mês que vem vou pro EUA e vou trocar meu iPhone 5 por um 5S. Depois que comecei a utilizar as mídias sociais e a internet, pude enxergar melhor este mundo. Estou pensando em criar um app da minha empresa já e colocar na Apple Store”. É isso ai Sr. Osmar, e eu ganho comissão porque e vou ajudar o senhor! A Dona Edir, com 81 anos e uma saúde de ferro já quebrou tudo: “Vi minha neta de 8 anos usando o ICQ e me encantei. Perguntei pra ela se conseguiria falar com minha irmã que mora na Espanha e ela disse que sim, se minha irmã tivesse um ICQ  não haveria problema. Ela me explicou como funcionava e desde então utilizo tudo que a internet pode me oferecer, Facebook,  Skype e as vezes entro até no meu Orkut”.  Dona Edir, se eu chegar na idade da senhora com metade desse pique, estarei feliz viu? E tem a Dona Selma,  de 58 anos e última pessoa com quem conversei: “Sou muito sozinha, meu marido faleceu há uns anos e meus parentes não moram aqui, então fico na internet e nas redes sociais para conversar e não ficar sozinha”. Dona Selma, quando se sentir sozinha é só ligar no Social Media Cast que a senhora se encontra com todos os #MacacosDaInternet (ela pediu um beijo no próximo podcast).

Experientes nas Redes Sociais

Que crochê e xadrez o que, o negócio agora é curtir as redes sociais

Bem, cheguei à conclusão que hoje não existe mais barreira de idade para internet. Hoje em dia, crianças, adultos e experientes (como o Sr Osmar diz) estão conectados e  a utilizam de todas as formas, seja pra diversão, trabalho, paquera ou contato. Um público legal, com bastante potencial e que só tem a crescer. #VamosInvestir.

É isso aí pessoal, comentem e opinem. Vocês conhecem alguém experiente que utiliza as redes sociais? Têm alguma história pra contar? Até logo =) Read more…