mobile Archive

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RYCAH em Vegas! PELO MENOS DE BITCOINS! (AQUI)
Brasileiro é recompensado pelo tio Mark por apontar falha de segurança (Aqui)
FBX nativo!!! Todos celebram! (aqui)
Facebook cria público personalizado para mobile (aqui)
Mark Zuckerberg é mesmo um fanfarrão. Em resposta à pesquisa feita pela renomada Princeton University, o Facebook usou os mesmos métodos e prevê o fim da mesma em 2021. (Aqui)
Mais mimimi – Facebook muda (de novo) alcance, mas agora dos textos (aqui)
Mac 30 ANOS! http://www.apple.com/30-years/
E quem também fez aniversário foi o vovô Orkut – (aqui) Leiam isso  (aqui) depois (sim, é longo!) Mas é legaal
O 3G ainda não chegou no BR e na Coreia do Sul já estão testando o 5G (Aqui) e (Aqui)
Aplicativo cria redes sociais de momento (Aqui)
Apps no app! (aqui)

Dica
Aplicativo: http://www.mandicmagic.com/ – Sua permanência na sala de espera do  seu médico nunca mais será a mesma.

Mandou Bem
Instituto de Alzheimer faz campanha no facebook (aqui)
NetFlix zuando a Record (aqui)

Trilha em BG: Compondo nosso BG: DJ Gyako – Dolce Vita – Uso sob licença Creative Commons – (Jamendo)

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Cada macaco no seu galho!

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…uma mudança gigante para a humanidade!

 

Recentemente, realizei uma breve “desintoxicação digital”. Aproveitei uma viagem necessária para questões familiares em uma cidade paradisíaca conhecida com “Armação dos Búzios”, para (tentar) me desconectar por uma semana. O “retiro” duraria de 12h de quarta (28/08) até 12h de terça (03/09). Todas as postagens de clientes foram agendadas, campanhas de Facebook e Google setadas e rodando e uma pessoa de confiança ‘de olho’ em tudo, com acesso livre para me localizar a qualquer momento, também deixei uma lista de tarefas para os Zés não esquecerem de nada (mentira, era só pra eles não esquecerem de mim! =P).

Levei comigo, papel, caneta e o smartphone. Apenas desativar a internet no seria algo muito fácil de burlar, então, para fugir da tentação, desinstalei Whatsapp, Facebook Messenger e Chrome e desativei as notificações de e-mails, Twitter, Facebook, Line, WeChat, Instagram, G+, Tumblr, Keep, Foursquare, Vine, Currents e BeyondPod (ufa!) que são os meus Apps inseparáveis e me programei para fazer dois acessos “autorizados”, apenas para leitura de e-mails.

Fiquei 98 horas totalmente desconectada da internet. Sim, sem acessar a rede mundial ~de computadores (?)~. Esse é o momento que vocês dizem “Uaaaaaaaaaaaauu! Que phoda!”.

 

Mas também, com esse cenário, fica fácil desconectar.

Mas também, com esse cenário, fica fácil desconectar.

 

Trocando uma ideia sobre isso com uma jornalista argentina que conheci na praia enquanto esperávamos nossos bons drinks (esqueci de perguntar o nome, desculpem!), ela me disse uma frase que achei engraçada, mas que faz todo o sentido e foi o start para a composição desse post. “Antes, a gente tinha uma bolsa cheia de coisas que serviam para fazer várias coisas. Agora a bolsa continua cheia de coisas, mas a gente só usa uma para fazer tudo: o smartphone”.

Não é por acaso que em um ano, o mobile “roubou” 3% dos acessos dos PCs e notebooks. No mesmo período, as mídias sociais foram responsáveis por 274.068.465 impressões de ads. Caros, Zés, eu estou falando ~apenas~ de Brasil, que aliás é a sétima potência em acesso à internet no mundo. Isso com uma infraestrutura ridícula, especialmente quando o assunto é 3G (Ou seria 0,5 G?).

Como diria o Capitão Nascimento, “o sistema é foda, parceiro”. Logo, não é por acaso que Oi, Tim e Claro fizeram parcerias com o ~Feice~ para tornar gratuito o acesso à rede do ~Tio Mark ~. E muito menos acaso ainda, o próprio Facebook se associou a outras seis gigantes da tecnologia no projeto Internet.Org, que “é uma parceria global entre líderes em tecnologia, organizações sem fins lucrativos, comunidades locais e especialistas que estão trabalhando juntos para levar a internet até os dois terços da população mundial ainda sem acesso”.

Eu sobrevivi a 98 horas sem internet, mas não sobrevivi a 8 horas sem smartphone. Fosse para usar calculadora, relógio, joguinhos, GPS, lanterna, calendário, ouvir música, câmera, o Fecha a Conta… Sempre ele, ali, colado em mim, como um membro do corpo. Infinitamente mais importante e indispensável que o apêndice ou as amígdalas, por exemplo. No domingo à tarde (dia em que caí em tentação e acessei tudo), me dei conta de que se a internet foi a revolução dos anos 2000, a mobilidade é a revolução desta década. Em minha existência de ¼ de século (que aliás faço parte do grupo mais expressivo da audiência online brasileira – adultos de 25 a 35 anos, segundo a ComScore), nunca antes na história deste planeta, um objeto causou tamanha dependência para a existência humana (se bem que o tamagoshi fica no páreo…). E notem que o smartphone é só a ponta do iceberg, vem aí os smartwatches, glasses e uma infinidade de novos membros para seu corpo.

Desconfio que a Brigitte Bardot só está aí até hoje porque quando ela chegou ainda não haviam inventado o smartphone.

Desconfio que a Brigitte Bardot só está aí até hoje porque quando ela chegou ainda não haviam inventado o smartphone.

Meu objetivo aqui não é demonizar o pobre do mobile. Somente o uso inconsequente, especialmente por nós, profissionais de comunicação. Vivemos uma onda de ‘humanizar’ marcas, empresas e negócios. Estamos esquecendo que humanas mesmo são as pessoas e que nossa responsabilidade é cada vez maior sobre aquilo que é entregue para elas. Com o crescimento do mobile, as estratégias de marketing e publicidade estão mais que inseridas na vida do usuário, elas estão em seus bolsos, pulsos e olhos.

Parece exagero? Faça um teste. Observe o comportamento de um usuário médio. Sua mãe, ou aquela tia que adora falar da novela. Qualquer pessoa que não seja heavy user de internet, mas que possua um brinquedinho desses. Aposto que você vai perceber os sintomas da dependência.

Para encerrar, quero deixar com vocês duas frases para reflexão, ditas pelo presidente da Thymus Branding, Ricardo Guimarães, durante um evento online promovido pelo Google, há algumas semanas. “A gente fica reverenciando a tecnologia, mas era ela que deveria servir às pessoas” e “o humano é muito mais preciso que as máquinas”.

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**Todos os dados citados neste post foram retirados do Brazil Digital Future in Focus 2013, estudo divulgado em março pela ComScore que você pode acessar (e baixar) clicando aqui.

#SMC41: THIAGAOZés, estamos no ar com mais uma edição e não há dragão ou feijoada que nos segure.

No SocialMediaCast de hoje falamos sobre a pesquisa que mostrou a mudança do comportamento dos usuários do Facebook, sobre a ‘barrigada’ que asa redes de jornalismo de todo o mundo levaram do Twitter e também da invasão das páginas do Toddy e 51 ICE e do Twitter da AP, agência de notícias oficial da Casa Branca. E só para deixar registrado: Nós votamos no Thiagão. Quer ficar por dentro desses e outros assuntos que estão bombando nas timelines? É só ouvir!

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