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zeditorial_redes sociais de nicho

Antes da explosão do Rei do Camarote, o assunto que bombava nos meus chats (pelo menos entre as solteiras) era o  “Adote um cara”. Na essência é mais um site de relacionamentos. Mas, traz um diferencial: coloca os homens como objetos disponíveis para compra no ~mercado da sedução~. Alguns dias depois, o Temo trouxe para a pauta do episódio 69, uma rede social para tenistas o que me puxou pela memória a existência da iDent, a primeira rede social de nicho que eu ouvi falar, há uns três anos. Naquela época esse mercado (o da social media) ainda estava engatinhando (porque eu sou otimista e considero que hoje ele já está aprendendo a andar de bicicleta, mas com rodinhas). Felizmente, hoje o mercado já evoluiu (continuo otimista) e nós, profissionais, já temos que começar a tirar as rodinhas dessa bicicleta.

Eu costumo dizer o marketing de hoje é exatamente igual ao de antes, só que usa novos recursos e novas plataformas. E nesse caso, não é diferente. Vamos usar as revistas como exemplo. Existe a Exame, a Época, a Veja, a Istoé, a Carta Capital e outras centenas de nomes. Ao elaborar o plano de mídia, o anunciante vai considerar a verba disponível e o público de cada uma dessas revistas. Pois bem, se você quer quiser atingir um público menor e/ou mais segmentado, poderá trabalhar com revistas especializadas (como a Istoé Dinheiro, a Você S/A, a Época Negócios, entre outras), dependendo do target que deseja alcançar.

A lógica é a mesma para redes sociais. É claro que você pode (e deve!) investir no Facebook. Mas por que não focar também em outras plataformas menores, com uma audiência mais especializada ? As tais redes sociais de nicho, apesar de possuírem uma base de usuários muito inferior a dos grandes sites, compensa com a oferta de usuários altamente engajados. É aquela questão: para o seu negócio é melhor ter sempre novos clientes ou ter clientes que compram sempre?  Se você escolheu a  segunda opção, vale a pena destacar alguns minutos para mapear as oportunidades de ações e atuação em nichos poucos explorados. É como diz o ditado:  um olho no peixe e o outro no gato. ;)